(Des)eterno
- Danilo Magalhães
- 27 de fev.
- 1 min de leitura
Danilo Magalhães
10/12/2024
Pois, nada é pretensamente eterno
O que se escreve
Ou, se promete
Nem o que sentiu imensidão
Tudo é novo o tempo todo
Como a velha cerveja
no mesmo bar se renova
Mas, não eterniza além das memórias
Ou, talvez, nem disso
Assim também o que é vida
Assim também o que é dor
Pois, nada é pretensamente eterno
Nem dura tanto o que era amor.
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